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sábado, 1 de setembro de 2012

FUNCIONÁRIO ÉTICO


A conduta das organizações está sendo observada com mais atenção pelos seus públicos, por esse motivo os estudo e reflexões relacionados a ética no âmbito empresarial tem crescido consideravelmente. Faz-se fundamental que empresas implementem um programa de ética organizacional. Segundo Mario Ernesto Humberg,
a implementação de um programa de ética abrangente implica em mudanças muito significativas na forma de proceder da organização. O Código de ética é uma declaração de princípios e, ao mesmo tempo, um estatuto ou constituição a que todos se obrigam, a começar da cúpula, o que exige o envolvimento e a participação geral, desde a presidência e a diretoria, para se tornar efetivo.
Uma das questões mais relevantes nesse processo é o envolvimento dos funcionários. É importante que a realidade empresarial e a cultura organizacional da empresa estejam presentes nesse documento para que o funcionário se identifique, reflita e cumpra as políticas presentes. Para o funcionário de fato compreender e utilizar o documento não basta apenas fazer o funcionário assinar um termo de compromisso ético, a mensagem precisa fazer sentido dentro da realidade de cada um e até de cada área, por isso é interessante também que seja elaborado um código mais específico para cada uma delas, já que as questões éticas vividas pela área comercial não são as mesmas que as encaradas pelos funcionários da área de produção, por exemplo.



Depois de pronto, é imprescindível não só divulgar o código de ética, como também criar ações que reforcem seu conteúdo. A alta liderança precisa estar ciente da importância do documento e deve ser treinada para disseminá-lo, além de sempre dar o exemplo.

Para promover e aprimorar o código de ética, algumas empresas criam um comitê de ética. O objetivo desse grupo é o de criar um canal de comunicação no qual seja possível trocar reflexões, questionamentos ou delatar alguma situação antiética ocorrida dentro da empresa.

A comunicação interna desempenha um papel fundamental na consolidação da ética em uma organização. Com ela, é possível sensibilizar o funcionário e levá-lo a refletir a respeito de seus comportamentos e tomadas de decisão, o que tem relação direta com o sucesso e perenidade da empresa.

Referências: 
HUMBERG, Mario Ernesto. Ética organizacional e relações públicas. Organicom. São Paulo, 01 jan. 2008.icom. São Paulo, 1° semestre, 2008.
CPFL ENERGIA. Comitê de ética e conduta empresarial. , 2012. Disponível em: <http://http://www.cpfl.com.br/relatorioanual2009/CPFL/tabid/1631/EntryId/55/Comite-de-Etica-e-Conduta-Empresarial.aspx>. Acesso em: 29 ago. 2012.
http://www.humaniversidade.com.br/boletins/etica_leonardo_boff.htm

sábado, 2 de junho de 2012

O LÍDER NA VISÃO DE WALTER LONGO


Em entrevista ao RH.com.br, Walter Longo explica que no decorrer da evolução da espécie humana, o homem foi desenvolvendo características e métodos  que permitiam que algumas pessoas se destacassem das outras. Esses são os líderes, pessoas que participam ativamente de movimentações, sejam elas religiosas, filosóficas, científicas ou empresariais.
Nas organizações o líder de comunicação interna, por exemplo, deve deixar de ser ator para ser mentor, ou seja, ele pode ficar mais nos bastidores e colocar o holofote em seu funcionário, a fim de que esse seja capaz de se desenvolver e se responsabilizar pelas ações que executa.
Com uma equipe harmônica, em que o líder dá liberdade a seus liderados, há a quebra do paradigma que pressupõe que as soluções são propostas pelos superiores, e assim as ideias fluem mais facilmente, podendo ser incorporadas e beneficiar a empresa.
Walter enfatiza também que o profissional, hoje em dia, precisa ter uma cabeça de hiperlink, isso quer dizer que, mesmo que ele não tenha todo o conhecimento, que é uma tarefa difícil, deve saber como encontrá-lo e depois como usá-lo. Principalmente se tratando de tecnologia, a área de comunicação interna deve estar sempre conectada para saber o que há de novo para também inovar e dar uma movimentação nos meios de comunicação, tentando sempre torna-los cada vez mais interativos para que as mensagens chamem atenção de todos os colaboradores da empresa, independentemente do meio que essa for divulgada.
Sendo assim o gestor deve estimular sua equipe a pensar além da caixa e orientar e inspirar os processos sem necessariamente participar dele do começo ao fim. 

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O executivo Walter Longo é membro de vários conselhos de empresas de
telecomunicações, articulista de 
múltiplas publicações, autor, mentor da área de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm. e vice-presidente da Young & Rubicam, e se destaca por sua carreira de mais de 35 anos.







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Referências: http://walterlongo.com.br/
http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Entrevista/6553/as-empresas-precisam-de-lideres-nexialistas.html


sábado, 14 de abril de 2012

RESPONSABILIDADES E DESAFIO DO MAESTRO

Se compararmos uma organização, pela perspectiva da comunicação interna, com uma orquestra poderíamos dizer que o regente é o gestor. Com essa metáfora é possível perceber a importância deste profissional na comunicação organizacional. A função dele é mais que a de coordenar todos os aspectos que estão relacionados a comunicação interna, é ter insights, sensibilidade e empatia com os funcionários.


Este gestor precisa ser líder e exemplo para os colaboradores. É papel dele, também, conscientizar a alta gestão sobre o valor da comunicação interna e da importância deles na difusão da cultura organizacional, tendo o desafio de integrar e envolver pessoas diferentes em torno de um objetivo.

O gestor da comunicação interna precisa conhecer a empresa, sua área de negócio, teorias, técnicas e cases de comunicação. E nos dias de hoje, o desafio deste profissional é ainda maior já que com a rápida propagação da informação, o funcionário se transformou em um indivíduo ativo que participa e dá opiniões a respeito de tudo que está a sua volta.


Assim como em um concerto algumas notas desafinadas comprometem a percepção da plateia em relação à orquestra, ações descontextualizadas e ruídos de comunicação comprometem o trabalho não só da área de comunicação, mas da empresa de maneira geral. Organizações são constituídas por pessoas que tem e compartilham percepções e ideias o tempo todo, tendo interferência tanto do ambiente interno quanto externo. Ou seja, gerenciar a comunicação interna envolve mais desafios do que parece.


Tendo em vista essas funções e desafios, deixamos um trecho de um artigo do Rodrigo Cogo, Relações Públicas que gerencia o portal Mundo das Relações Públicas, para reflexão:


“A articulação do poder, da liderança e do diálogo é fundamental na comunicação interna para o surgimento da autenticidade no ambiente organizacional, com melhores decisões sendo tomadas e melhora na moral das pessoas, consideradas como cidadãos criativos e propositivos. Ademais, num cenário de múltiplo protagonismo como se vê a partir do alastramento da internet, é vital dar vazão às vontades de expressão e às reivindicações diversas das pessoas, que mexem na centralidade informativa instituída e não desejam ter sua liberdade cerceada e suas intenções subjugadas. Sem dúvida, um profundo desafio para gerenciar a comunicação interna nas organizações."

REFERÊNCIA:COGO, Rodrigo. As interfaces de poder, liderança e diálogo na gestão da comunicação interna. , 2009. Disponível em: <http://http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=8&ID_COLUNISTA=18>. Acesso em: 12 abr. 2012.