Em entrevista ao
RH.com.br, Walter Longo explica que no decorrer da evolução da espécie humana,
o homem foi desenvolvendo características e métodos que permitiam que algumas pessoas se destacassem
das outras. Esses são os líderes, pessoas que participam ativamente de
movimentações, sejam elas religiosas, filosóficas, científicas ou empresariais.
Nas organizações o
líder de comunicação interna, por exemplo, deve deixar de ser ator para ser
mentor, ou seja, ele pode ficar mais nos bastidores e colocar o holofote em seu
funcionário, a fim de que esse seja capaz de se desenvolver e se responsabilizar
pelas ações que executa.
Com uma equipe harmônica,
em que o líder dá liberdade a seus liderados, há a quebra do paradigma que pressupõe
que as soluções são propostas pelos superiores, e assim as ideias fluem mais
facilmente, podendo ser incorporadas e beneficiar a empresa.
Walter enfatiza também
que o profissional, hoje em dia, precisa ter uma cabeça de hiperlink, isso quer
dizer que, mesmo que ele não tenha todo o conhecimento, que é uma tarefa difícil,
deve saber como encontrá-lo e depois como usá-lo. Principalmente se tratando de
tecnologia, a área de comunicação interna deve estar sempre conectada para
saber o que há de novo para também inovar e dar uma movimentação nos meios de comunicação,
tentando sempre torna-los cada vez mais interativos para que as mensagens
chamem atenção de todos os colaboradores da empresa, independentemente do meio
que essa for divulgada.
Sendo assim o gestor
deve estimular sua equipe a pensar além da caixa e orientar e inspirar os
processos sem necessariamente participar dele do começo ao fim.
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O executivo Walter Longo é membro de vários
conselhos de empresas de
telecomunicações, articulista de múltiplas publicações,
autor, mentor da área de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm. e vice-presidente da Young & Rubicam, e se destaca por sua carreira de mais de 35 anos.
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