sábado, 8 de setembro de 2012

ENTREVISTA

O blog Post-it 5 entrevistou dois profissionais da area de Relações Públicas sobre  Comunicaçao Interna.

 
Julio César Barbosa
Doutor em Ciências da Comunicação e Relações Públicas pela ECA-USP, consultor há quinze anos, atualmente associado da Fina Idéia Comunicação, agência de Relações Públicas.


Na sua percepção, qual a relevância do planejamento na comunicação interna?
É fundamental que se profissionalize o modo de diálogo com os funcionários, e planejamento. As empresas cada vez mais precisam de profissionais e estratégias claras de diálogo, no trato com seu público interno.

Qual a influência da comunicação interna para motivação do publico interno?
Primeiro vamos esclarecer: a comunicação não motiva, a motivação é algo mais profundo que está vinculada aos processos psicológicos humano. Nosso papel é informar, orientar e a cima de tudo engajar os funcionários, na causa da empresa, fazê-los acreditar na mensagem, nos valores e na estratégia da organização, propiciando o diálogo, o questionamento, a troca efetiva de informação.

Como é desenvolvido o sistema de comunicação interna dentro da sua empresa? Ela vista como um processo importante ou apenas mais uma ferramenta de apoio?
Depende, hoje temos empresas como Natura, Duke Energy, Alcoa, que efetivamente acreditam na comunicação, no valor estratégico de manter funcionários como multiplicadores da ideia da organziação, mais há muito trabalho pela frente, porque muitas empresas veem isso como implementação de ferramentas o que empobrece, minimiza e desqulifica a comunicação interna.

Maria Del Carmen Garcia Vazquez
Atua há 25 anos na área de comunicação. Atualmente, é docente no curso de Relações Públicas da Faculdade Cásper Líbero, onde ministra a disciplina Laboratório de Relações Públicas.

Na sua percepção, qual a relevância do planejamento na comunicação interna?

Em minha opinião o planejamento da comunicação interna, externa, digital ou seja da comuicação de forma geral é fundamental desde que esteja atrelado ao planejamento estratégico da empresa. A empresa precisa enxergar a importância da comunicação interna até como estratégia de gestão.

Qual a influência da comunicação interna para motivação do publico interno?

Uma comunicação interna bem planejada, que envolva as diversas áreas da empresa não só em ações mas também elaboração do próprio planejamneto. É fundamental que a comunicação interna seja participativa que ressalte a importância do empregado dentro da engrenagem. Aí pode-se dizer que a comunicação interna seja um dos influênciadores motivacionais
 
Como é desenvolvido o sistema de comunicação interna dentro da sua empresa? Ela vista como um processo importante ou apenas mais uma ferramenta de apoio?
A comunicação da empresa onde trabalho está passando por uma reestruturação. Hoje não há uma área específica de comunicação interna (já houve). As atividades voltadas para o público interno estão diluídas na comunicação corporativa.


sábado, 1 de setembro de 2012

FUNCIONÁRIO ÉTICO


A conduta das organizações está sendo observada com mais atenção pelos seus públicos, por esse motivo os estudo e reflexões relacionados a ética no âmbito empresarial tem crescido consideravelmente. Faz-se fundamental que empresas implementem um programa de ética organizacional. Segundo Mario Ernesto Humberg,
a implementação de um programa de ética abrangente implica em mudanças muito significativas na forma de proceder da organização. O Código de ética é uma declaração de princípios e, ao mesmo tempo, um estatuto ou constituição a que todos se obrigam, a começar da cúpula, o que exige o envolvimento e a participação geral, desde a presidência e a diretoria, para se tornar efetivo.
Uma das questões mais relevantes nesse processo é o envolvimento dos funcionários. É importante que a realidade empresarial e a cultura organizacional da empresa estejam presentes nesse documento para que o funcionário se identifique, reflita e cumpra as políticas presentes. Para o funcionário de fato compreender e utilizar o documento não basta apenas fazer o funcionário assinar um termo de compromisso ético, a mensagem precisa fazer sentido dentro da realidade de cada um e até de cada área, por isso é interessante também que seja elaborado um código mais específico para cada uma delas, já que as questões éticas vividas pela área comercial não são as mesmas que as encaradas pelos funcionários da área de produção, por exemplo.



Depois de pronto, é imprescindível não só divulgar o código de ética, como também criar ações que reforcem seu conteúdo. A alta liderança precisa estar ciente da importância do documento e deve ser treinada para disseminá-lo, além de sempre dar o exemplo.

Para promover e aprimorar o código de ética, algumas empresas criam um comitê de ética. O objetivo desse grupo é o de criar um canal de comunicação no qual seja possível trocar reflexões, questionamentos ou delatar alguma situação antiética ocorrida dentro da empresa.

A comunicação interna desempenha um papel fundamental na consolidação da ética em uma organização. Com ela, é possível sensibilizar o funcionário e levá-lo a refletir a respeito de seus comportamentos e tomadas de decisão, o que tem relação direta com o sucesso e perenidade da empresa.

Referências: 
HUMBERG, Mario Ernesto. Ética organizacional e relações públicas. Organicom. São Paulo, 01 jan. 2008.icom. São Paulo, 1° semestre, 2008.
CPFL ENERGIA. Comitê de ética e conduta empresarial. , 2012. Disponível em: <http://http://www.cpfl.com.br/relatorioanual2009/CPFL/tabid/1631/EntryId/55/Comite-de-Etica-e-Conduta-Empresarial.aspx>. Acesso em: 29 ago. 2012.
http://www.humaniversidade.com.br/boletins/etica_leonardo_boff.htm

sábado, 25 de agosto de 2012

MEDIA TRAINING


Na rotina de trabalho nós, Relações Públicas, cedo ou tarde nos deparamos com os desafios de lidar com a imprensa, seja para representar uma pessoa ou organização, moderar crises, divulgar um evento ou manter relacionamentos. É preciso muita atenção para lidar com os jornalistas, pois, esses são aqueles que poderão fazer você ganhar ou perder toda a sua credibilidade. Um bom relacionamento com a imprensa permite a conquista do respaldo da opinião publica, levando conhecimento público às ações do seu negócio e ajudando a construir a imagem da empresa.



Seguem algumas dicas da Prof. Carla Almeida, na aula de Media Training:

- Trate bem não apenas o jornalista, mas toda a equipe envolvida (cinegrafistas, fotógrafos, técnicos etc.);
- Seja pontual. Receba/fale com o jornalista no horário combinado ou chegue antes ao local da entrevista;- Vá preparado. Antes da entrevista, obtenha informações sobre o repórter, o veículo de comunicação, o programa/editoria, o seu público e o formato;- Não misture anúncio com matéria (você paga pelo espaço e divulga o que quiser; matéria divulga algo de interesse da maioria);- Fale sempre de maneira clara e objetiva, evitando jargões, termos técnicos e siglas. Caso não haja outra forma, é fundamental explicar o significado. Não minta. Não repita comentários negativos, nem fale da concorrência. Saiba dizer não;
- Evite interromper o repórter. Comece a responder somente depois de terminada a pergunta;
- Se perguntado sobre um problema, falar sobre a solução;
- Cuidado com o “off”. Informações em “off” podem ser fornecidas a jornalistas conhecidos e testados. No entanto, é bom alertar para não falar em “off” sem prévia negociação e nunca subentender que o “off” esteja previamente contratado. Jornalista não é amigo. Tudo o que é dito para ele poderá virar notícia.
- Manter calma é essencial para não se deixar provocar pelo repórter;
- Nunca duvide da capacidade de entendimento do jornalista. Caso perceba que não está sendo compreendido, se coloque a disposição para esclarecer melhor;
- Depois da conversa, agradeça a oportunidade e coloque-se à disposição do jornalista para esclarecimentos posteriores.

Eu mesma, em meu primeiro mês de estágio, já me atrapalhei toda no relacionamento com a imprensa. Recebi uma solicitação às 18h30 da assessoria de imprensa da empresa onde trabalho, informando que havia uma pauta em um jornal à respeito do nossa área de negócio e que gostariam de fazer uma reportagem conosco. Enviaram uma série de perguntas sobre a empresa e eu, por não total conhecimento, tentei, sem sucesso, entrar em contato com a minha supervisora.

O que fazer nessa hora? Não sabia se esperava um retorno ou ia atrás dessas informações por conta própria. É claro, queria mostra a tal “pró-atividade” que tanto comentam e enviei um e-mail para o diretor da área relacionada, repassando as questões e informando por qual motivo precisava delas. Pouco tempo depois recebi o retorno dele e encaminhei para a assessoria. Depois da missão cumprida, voltei para casa muito feliz.

Eis que chego no dia seguinte, minha gerente me chama e informa que as tais questões que eu repassei eram de certa forma estratégicas e não deveriam ser divulgadas. No fim, tudo terminou bem e depois desse dia é que eu fui entender a real importância de saber lidar com a imprensa. E espero não passar por uma situação dessas de novo!

sábado, 18 de agosto de 2012

PAUSA PARA REFLETIR

O homem precisa comunicar-se bem,
Tecer a palavra e o gesto,
Buscar a harmonia dos sons,
Lapidar a forma e a beleza das imagens,
Colocar-se no lugar do outro,
Pulverizar ideias antigas,
Reavaliar crenças e valores,
Transmutar-se…
E escolher os caminhos mais viáveis
Para alcançar a mente e o coração dos ouvintes !
Eunice Mendes
( pedagoga, atriz e consultora na área de comunicação)

Do latim “communicatione” - “ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos.”
Em outras palavras a comunicação é  troca de entendimento, é a ferramenta que permite ao homem estabelecer relações pessoais e profissionais efetivas. Vale a pena pensar:
estamos atingindo o público por meio de  uma comunicação efetiva e saudável?

Compartilho 5  dicas que fui absorvendo em leituras, certamente inspiradas na reflexão inicial. Uma comunicação interna precisa destas atenções:

1.Estabelecer prioridades em  ações
2. Certificar-se de enfatizar o que é mais importante
2. Esclarecer, ser assertivo.
3. Trazer o novo, inspirar
4. Compartilhar informações inesperadas e inusitadas
5. Prestar atenção à impressão que causou:  habilidade de saber ouvir.



sábado, 11 de agosto de 2012

VOCÊ AMA O QUE FAZ?


Em um vídeo muito bem elaborado, a box1824, agência de pesquisa, inovação e tendências, compara a nova força de trabalho da atual geração dos Millennials, com as gerações anteriores, como Baby Boomers, por exemplo, em relaçãos aos distintos própositos de vida que caracterizam esses grupos. Para a a geração atual sucesso significa prazer, para a outra significa estabilidade.

O vídeo revela que o propósito de vida da geração Y é o que determina o modo que eles movem o mundo. Eles perceberam que boa parte de suas vidas está completamente envolvida com o trabalho, e o jeito que trabalhamos influencia novas tendências e comportamentos na sociedade. Essa geração globalista representa aproximadamente 2.3 bilhões de jovens e 54% deles já possiu ou planeja ter seu próprio negócio, devido a sua mentalidade digital e coletiva.

O fato é que passamos grande parte de nossas vidas em nossos empregos e se não estivermos fazendo destes, momentos prazeirosos, nada mais faz sentido. Hoje é um pouco diferente do que as outras gerações achavam importante, para os globalistas, é mais importante curtir o caminho do que chegar no destino final, e a vantagem é que eles sabem como reconhecer oportunidades que combinam paixão o com trabalho.






O tema abordado no vídeo tem uma relação muito forte com o que Paulo Nassar acredita, "hoje, qualquer organização que deseja ter sucesso nas suas operações ou, queira construir valores positivos para a opinião pública, deve trabalhar sua comunicação com transparência”. Ou seja, as empresas precisam trabalhar dentro de uma visão técnica, ética e estética, oferecer tudo o que propõe a seus clientes, para seus próprios funcionários. Não é mais possível sobreviver apenas com uma formação tradicional, e a comunicação empresarial busca, cada vez mais, uma narrativa aberta, pois estamos diante de um mundo em franca transformação e somos convocados a trabalhar mais conhecimentos em uma realidade indutora de controvérsias e inúmeros pontos de vista que não podem ser menosprezados.




REFERÊNCIAS: 
http://www.whenboystalk.com/2012/06/video-all-work-and-all-play-by-box-1824.html
http://diarioradical.blog.br/2012/06/video-all-work-play/
http://followthecolours.com.br/2012/06/all-work-and-all-play-box1824.html
http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=6704&EDITORIA=Eventos

sábado, 4 de agosto de 2012

MAIS UM CASAMENTO!

A volta às aulas neste segundo semestre está cheia de novidades assim como o o Blog – Post it!

Hoje vamos falar de mais uma fusão concluída entre empresas.

Anunciada em agosto de 2011, foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no dia 22 de junho de 2012 a fusão entre a companhia aérea brasileira TAM com a chilena LAN.

A TAM Linhas Aéreas, uma das principais do país, surgiu em 1976. Com 36 anos de tradição, a marca engloba empresas como TAM Viagens, TAM Cargo, TAM Jatos, e transporta por ano mais de 37 milhões de passageiros.

Já a LAN Airlines S.A aparece no mercado em 1929. Hoje, com 83 anos, a companhia permanece com algumas parcerias, como com a American Airlines e Qantas.

As empresas “namoraram” durante oito anos e agora, com o acordo de quase 90% dos acionistas da TAM, nasce a maior empresa aérea latino-americana – LATAM.

Mas é possível a união de duas culturas diferentes dar certo?

As companhias certificam que vão resguardar separadamente as suas marcas, inclusive as suas sedes serão mantidas em São Paulo e Santiago (Chile).
A LATAM irá preservar qualquer tipo de impacto entre os os seus funcionários, evitar qualquer tipo de choque entre culturas. Utilizará como estratégia dessa união apenas para diminuir despesas e ganhar maior representatividade no mercado.
 
Mudanças ocorrerão apenas para os passageiros, como a união dos programas de fidelidade e na disponibilidade maior de número de vôos, frotas, destinos e conexões.

sábado, 23 de junho de 2012

COMUNICAÇÃO INTERNA E CRISE ORGANIZACIONAL

Todas as organizações devem estar preparadas para enfrentar crises, tendo em vista que podem acontecer a qualquer momento e por diversos motivos. Para gerenciá-las, minimizando seus efeitos, é importante pensar estrategicamente na comunicação com o público interno. Segundo pesquisa realizada pela ABERJE em 2001, 61% das organizações dão prioridade na comunicação com o público interno em época de crise, demostrando o reconhecimento da importância dessa comunicação nesse momento instável.
       
O funcionário, como força fundamental para o sucesso e perenidade da organização, deve ser o primeiro a ser informado, nunca o último. Segundo Roberto de Castro Neves, em um momento desses, os objetivos mais importantes da comunicação interna são:


- Evitar a humilhação do público interno sendo o "ultimo a saber". Nada mais destruidor na auto-estima para um funcionário que vir a saber das coisas pelo cliente, pela família ou pelos jornais. Ele se sente traído;

- Evitar que o vácuo da informação seja ocupado por boatos. Todo boato é muito ruim, mas nenhum é pior do que o que vem de dentro de casa. A empresa não pode perder a batalha da informação;
- Por fim, um objetivo de ordem estratégica: fazer do funcionário um mensageiro, um militante do corpo a corpo, uma infantaria do boca a boca.



As organizações precisam estar cientes de que nesses momentos os funcionários passam a ser seus representantes informais. Portanto, para representá-la de maneira clara e com credibilidade, o funcionário deve se sentir seguro, compreendendo o posicionamento e as atitudes da empresa.


É importante estar atento a todos os elementos que compõe e que estão relacionados a uma crise. Esse momento pode gerar oportunidades ao descobrir falhas e melhorar processos. Ter um plano de comunicação com ações voltadas para os funcionários e ter profissionais que gerenciem a comunicação com esse público no Comitê de Gerenciamento de Crise é imprescindível para que a organização não prejudique sua imagem não só diante de seus funcionários, como também em relação a todos os seus públicos.


Referências:
NEVES, Roberto de Castro. Comunicação interna: A força das empresas. São Paulo: Aberje, 2003.
http://vozdacomunicacao.blogspot.com.br/2010/08/crise-e-agora.html
http://criseecomunicacao.blogspot.com.br/
http://brasil247.com/pt/247/brasil/58769/A-comunica%C3%A7%C3%A3o-interna-na-gest%C3%A3o-de-crises.htm

sábado, 16 de junho de 2012

UM COMPLEMENTO À QUALIDADE

É indiscutível a importância do papel da Comunicação Interna para o incentivo dos colaboradores e o crescimento da vantagem competitiva de uma organização. Utilizando-se de uma comunicação multidirecional na hierarquia, promove a alta capacidade de eficiência individual.

Por esta capacidade de auxiliar na conquista dos objetivos, esta área tem se envolvido ainda mais no suporte à implementação de processos de qualidade. Segundo Francisco Lopes, a atuação de co
municação “assenta no princípio de que todos os departamentos ou serviços de uma organização só têm razão de existir se contribuírem para melhores condições, tanto no mercado interno como no mercado externo à organização.” Desta forma, o objetivo da gestão é criar valor e dar a empresa um posicionamento único identificado através da cultura e do comportamento do público interno.

O sucesso na implementação desses processos depende, em grande parte, da comunicação eficaz que congrega diferentes pessoas e órgãos da estrutura empresarial. Ao nível da comunicação externa, interna horizontal e interna vertical, são consideradas 4 categorias; órgãos de comunicação direta com o exterior, externa indireta, interna direta, interna indireta. Além disto, esta cultura de qualidade obriga repensar a empresa como um todo, levando em conta a estratégia e o feedback das ações.

Três orientações fundamentais permitem o sucesso empresarial. São elas;
-orientação para o cliente externo sendo considerado parceiro da empresa;
- orientação para o cliente interno, considerado o descodificado das vias da inovação;
- orientação para o meio envolvente, assumido como um ecossistema compartilhado pela organização.

Tal como menciona Francisco Lopes, a comunicação “[...] é além de uma técnica ou necessidade, um processo eficiente de mudança organizacional em direção a uma maior competitividade com base na inovação e na produtividade [...]”. Deve estar integrada no sistema aberto e dinâmico da organização e se torna imprescindível como complemento para o sucesso de um processo de qualidade total.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O PODER DO DIÁLOGO


Quando se trata de gerir pessoas, temos que lembrar que cada ser humano tem uma vivência diferente e a partir dela reage de maneira única.

Foi desenvolvida uma metodologia chamada “Diálogos Apreciativos”, que segue o caminho das narrativas.  Esta metodologia é inspirada no “Appreciative Inquiry” que foi criada por David Cooperrider e Judy Rodgers nos Estados Unidos. A técnica foi disseminada no Brasil pela organização Brahama Kumaris e pela Associação Viva e Deixe Viver.

Tem como objetivo o compartilhamento de conhecimento: a  partir de  uma ação coletiva procura-se um resultado ou ponto em concordância criado em conjunto pelo  grupo ou organização.

O diálogo prossegue com entrevistas ou narração de relatos para trazer o melhor de cada experiência. Quando dividimos uma história pessoal, realizações, desafios, criamos uma energia que motiva a nós e aos outros que fazem parte do momento.         
Uma troca que prepara o cenário para a visualização do que efetivamente aquelas pessoas esperam de suas atividades. Como podem fazer melhores escolhas, para  seu próprio desenvolvimento e da área onde atuam.

É uma técnica, ferramenta, que o gestor pode usar  para promover um ambiente aberto a novas ideias e sem preconceitos, acolhendo as opiniões de cada um gerando a  harmonização das relações interpessoais.



sábado, 2 de junho de 2012

O LÍDER NA VISÃO DE WALTER LONGO


Em entrevista ao RH.com.br, Walter Longo explica que no decorrer da evolução da espécie humana, o homem foi desenvolvendo características e métodos  que permitiam que algumas pessoas se destacassem das outras. Esses são os líderes, pessoas que participam ativamente de movimentações, sejam elas religiosas, filosóficas, científicas ou empresariais.
Nas organizações o líder de comunicação interna, por exemplo, deve deixar de ser ator para ser mentor, ou seja, ele pode ficar mais nos bastidores e colocar o holofote em seu funcionário, a fim de que esse seja capaz de se desenvolver e se responsabilizar pelas ações que executa.
Com uma equipe harmônica, em que o líder dá liberdade a seus liderados, há a quebra do paradigma que pressupõe que as soluções são propostas pelos superiores, e assim as ideias fluem mais facilmente, podendo ser incorporadas e beneficiar a empresa.
Walter enfatiza também que o profissional, hoje em dia, precisa ter uma cabeça de hiperlink, isso quer dizer que, mesmo que ele não tenha todo o conhecimento, que é uma tarefa difícil, deve saber como encontrá-lo e depois como usá-lo. Principalmente se tratando de tecnologia, a área de comunicação interna deve estar sempre conectada para saber o que há de novo para também inovar e dar uma movimentação nos meios de comunicação, tentando sempre torna-los cada vez mais interativos para que as mensagens chamem atenção de todos os colaboradores da empresa, independentemente do meio que essa for divulgada.
Sendo assim o gestor deve estimular sua equipe a pensar além da caixa e orientar e inspirar os processos sem necessariamente participar dele do começo ao fim. 

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O executivo Walter Longo é membro de vários conselhos de empresas de
telecomunicações, articulista de 
múltiplas publicações, autor, mentor da área de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm. e vice-presidente da Young & Rubicam, e se destaca por sua carreira de mais de 35 anos.







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Referências: http://walterlongo.com.br/
http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Entrevista/6553/as-empresas-precisam-de-lideres-nexialistas.html


sábado, 26 de maio de 2012

BENEFÍCIOS FLEXÍVEIS

Em 2010 , a Trip Editora aderiu a prática de benefícios flexíveis – Triplus. É um programa para beneficiar sua equipe de profissionais, utilizando recursos disponíveis de maneira criativa e democrática. A ideia  é que os próprios colaboradores escolham, entre as opções de benefícios oferecidos pela empresa, aqueles que melhor atendem as suas necessidades individuais.

A Trip acredita que cada pessoa é única, com objetivos de vida e necessidades diferentes, e por isso, a escolha individual de benefícios é essencial para sua satisfação.

O que está levando as empresas a pensarem em Benefícios Flexíveis?

Os benefícios flexíveis permitem elevar o valor  da empresa pelo funcionário, além de facilitar o controle dos custos. Deste modo, é uma boa solução para obter, ao mesmo tempo, funcionários mais satisfeitos, eficiência de custos e melhores resultados de negócios.

Essa prática foi adotada na década de 70 por empresas norte-americanas.
No Brasil, o conceito ainda é novo, e somente algumas empresas oferecem benefícios flexíveis a seus colaboradores. Entre elas: Citibank, HP/Compaq, Ipiranga Química, DuPont, Nortel Network, Serasa, Sky e Visteon.

sábado, 19 de maio de 2012

AS RÁDIOS DE UMA ORGANIZAÇÃO

Sendo um ser social, o ser humano interage, conversa e compartilha experiências e informações, querendo sempre saber o que está acontecendo à sua volta. Tratando-se de funcionários, este comportamento não é diferente. O colaborador quer saber o que acontece na organização que trabalha, tanto para se planejar quanto para manter-se informado.

Em uma organização, o surgimento de boatos e fofocas que visam, em sua essência, informar o outro, mantendo-o à par do que acontece, pode atrapalhar em grande escala a sinergia de trabalho dos colaboradores, trazendo um ambiente de insegurança com funcionários desengajados. Segundo Jean-Noel Kapferer, "os boatos florescem quando as pessoas têm o sentimento de perda em relação ao controle do próprio futuro". Com esta afirmação, fica claro o porquê da existência de tantos boatos no ambiente corporativo, lugar de intensa dinamicidade.

Segundo o Prof. Dr. Luiz Carlos Assis Iasbeck, "a fofoca vem resolver um problema de falta de informação". Isto mostra a fundamentalidade da comunicação interna em uma organização, estabelecendo um canal de troca entre funcionário e organização. Criar um conselho de comunicação e reconhecer quem são os formadores de opinião, estabelecendo um canal de diálogo estratégico com estes colaboradores são maneiras de transformar a rádio peão em algo que agregue valor à "rádio oficial".

Além disso, saber quais são os assuntos tratados neste canal informal ajuda a identificar onde há ruídos de comunicação na empresa. É muito importante que exista um trabalho de prevenção. Para isto, é necessário que haja uma comunicação interna transparente, crível e contínua, interagindo e informando o funcionário.   

Referências bibliográficas: http://www.youtube.com/watch?v=X65lgvcCe1c http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/forca-radio-peao-484267.shtml http://www.ivoviuauva.com.br/radio-peao/ http://www.slideshare.net/KatiaPerezJornalista/sintonizados-na-rdio-peo

sábado, 12 de maio de 2012

ORGANIZAÇÕES E A ERA DIGITAL





A comunicação de qualquer organização, seja ela pública ou privada, é uma via de mão dupla que necessita de constante atenção. Com o início da Era Digital, esta troca de informações se tornou muito mais intensa e imediata, transformando o modo com que as empresas agem e reagem à opinião pública, basicamente por um motivo: A internet é uma rede aberta para qualquer pessoa, permitindo que todo e qualquer comentário que seja feito a respeito da empresa possa ser divulgado ao redor de todo mundo afetando sua imagem de forma positiva ou não. Pensando nisto, e na dificuldade de definir o limite entre pessoa física e jurídica, áreas de comunicação desenvolveram e estão aplicando à risca um “Guia de uso de mídias sociais”, no qual apontam diretrizes a serem seguidas por seus colaboradores no meio digital. Muitas vezes um comentário feito por uma pessoa de dentro da organização pode afetar o ambiente de trabalho, gerar conflitos e diversas outras situações indesejáveis que interferem diretamente na credibilidade da empresa, ainda que não tenha sido uma posição oficial da mesma.
               
Para o desenvolvimento destes guias há dois principais caminhos que podem ser seguidos; o primeiro foi utilizado por Chad Houghton, diretor de e-media e desenvolvimento de negócios da Sociedade para o Gerênciamento de Recursos Humanos, que prioriza o desenvolvimento orgânico destas políticas e prefere analisar os riscos e oportunidades antes de simplesmente estabelecer regras arbitrárias. Outras organizações, como por exemplo, a IBM, escolheram uma política que independe do meio em que a pessoa está inserida; as “Políticas para qualquer um ler” estão disponíveis na internet e estabelecem um padrão a ser seguido por todos que se utilizam das redes sociais como ferramenta de trabalho.

Em meio a diversas normas que podemos encontrar, existem 10 must-haves que são indispensáveis para o controle e a manutenção destas redes de forma bem simples:

1-       Introduzir o propósito das redes sociais
2-       Ser responsável pelo que você escreve
3-       Ser autêntico
4-       Considerar seu público
5-       Exercitar um bom julgamento
6-       Entender o conceito de comunidade
7-       Respeitar direitos autorais
8-       Lembrar de proteger informações confidenciais
9-       Agregar valor
1-    Produtividade importa

E você, quais são os principais itens que adicionaria em um Guia de Uso de Mídias Sociais para sua empresa?


Referências:

sábado, 5 de maio de 2012

FERRAMENTAS COMPANHEIRAS


Murais, boletins, e-mail, intranet, TV corporativa, a cada dia uma nova ferramenta.

Junto ao surgimento de cada nova ferramenta de comunicação chega também mais um desafio para os gestores de comunicação interna. Começa o quebra cabeça de ações, que devem informar e criar o famoso sentimento de pertencimento dos funcionários às empresas. Mas qual a melhor forma de montar este quebra cabeça?



Fugindo das ferramentas, Danielle Espósito Alves, coordenadora de comunicação interna da Braskem, confia nos encontros: “Apesar de toda a tecnologia disponível, ainda é o diálogo entre líder e liderado a principal forma de comunicação na companhia”. A empresa adota um sistema de bate-papo que vai direto às unidades, acredita que é a conversa cara a cara a melhor forma de sensibilização do público.

Já na IBM a aposta vai para os meio tradicionais, como murais nas copas e revistas mensais entregues nas residências dos funcionários. Segundo Mauro Segura, diretor de comunicação e marketing, o funcionário não deve disputar o horário entre informação e trabalho. Por isso acredita nas comunicações em momentos de lazer, onde a informação será mais bem assimilada.

A Droga Raia, rede de drogarias com mais de 362 lojas pelo Brasil e 6 mil funcionários, encontrou no rádio a saída para comunicar simultaneamente com todos da rede. Nele são anunciadas ofertas da semana, funcionários do mês e inclusive inaugurações de novas lojas ao vivo. A empresa conta também com um projeto de intranet para 2012 onde terá a oportunidade de receber um feedback dos funcionários de forma mais rápida.

O funcionário é cada vez mais visto não apenas como colaborador, mas como peça importante para alcance dos objetivos da empresa. E, para isso, é essencial que a comunicação interna atue de forma estratégica alinhando as ferramentas que melhor cabem com a dinâmica e propósitos da empresa. Estruturando a comunicação de forma, não a gerar ruídos entre as ferramentas, mas que essas convivam de forma integrada.

Referência: Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa

sábado, 28 de abril de 2012

MUDANÇAS NA CULTURA DA ORGANIZAÇÃO

Tratando-se de mudanças organizacionais o trabalho do profissional de relações públicas é uma ferramenta estratégica para que se fortaleça o relacionamento entre a organização e o público interno, principalmente em casos de renovações dos princípios, da administraçāo, da cultura, do ambiente ou do ritmo de trabalho. Mas é fundamental que a direçāo da organização encare as mudanças como processos imprescindíveis para a busca de uma melhoria contínua, caso contrário essas alterações também nāo serão facilmente incorporadas pelos empregados.

Para que esse processo de renovação seja bem sucedido é preciso considerar todos os aspectos culturais e intelectuais envolvidos, pois muitas vezes é necessário modificar os valores, pensamentos, atitudes e as crenças das pessoas, a fim de que se alinhem com a "nova" cultura da organização e que esse processo seja positivo, fato que somente será efetivo por meio de um bom desempenho do gerenciamento da comunicação interna.

A cultura organizacional interfere diretamente nos processos da organização e o seu gerenciamento determina o sucesso ou fracasso das ações empresariais a serem implementadas. “A condição de sucesso de uma empresa está na capacidade de inovação, tomada em sentido amplo, englobando da tecnologia às novas formas de gerenciamento”.

Diante deste fato, torna-se necessário superar as barreiras dos antigos hábitos com o propósito de harmonizar o processo de renovaçāo da organizaçāo tanto em ambito mercadológico como no de gestāo de pessoas, fazendo com que essas mudanças tragam retorno financeiro, na imagem e reputaçāo da organizaçāo, na tragetória e experiência de vida do funcionário e que o público interno como um todo incorpore e aprove as novidades.

sábado, 21 de abril de 2012

TELEFÔNICA | VIVO: FUSÃO

Anunciada em julho de 2010, a fusão entre e a Telefônica e a Vivo chega as suas etapas finais. Após a Telefônica comprar 60% de participação da companhia portuguesa na Brasilcel, grupo que controla a Vivo, as organizações trabalham nessa junção e uma  nova marca será lançada e passarão a utilizar o nome da Vivo.

Com essa união, se tornaram mais 20 mil colaboradores conectados. A nova empresa deve criar um ambiente de sinergia entre as atitudes de ambas as empresas e já apostam em algumas mudanças na gestão da comunicação interna, como: no fim de jornal de mural, newsletters impressas e na diversificação de formatos de comunicação, como vídeos, SMS, widgets, etc.

Porém, acreditam em três direcionadores de ações da CI com intuito de despertar o uso da inteligência dos colaborares: colaborar, dialogar e compartilhar. Colaborar na construção de conteúdos, dialogar com a empresa e compartilhar conteúdos relevantes.

É de nosso conhecimento que mudanças existem e que fusões e aquisições sempre vão acontecer, mas é  importante entender que a comunicação existe pela mudança e pelo fluxo constante que se manifestam socialmente.

                                                           

sábado, 14 de abril de 2012

RESPONSABILIDADES E DESAFIO DO MAESTRO

Se compararmos uma organização, pela perspectiva da comunicação interna, com uma orquestra poderíamos dizer que o regente é o gestor. Com essa metáfora é possível perceber a importância deste profissional na comunicação organizacional. A função dele é mais que a de coordenar todos os aspectos que estão relacionados a comunicação interna, é ter insights, sensibilidade e empatia com os funcionários.


Este gestor precisa ser líder e exemplo para os colaboradores. É papel dele, também, conscientizar a alta gestão sobre o valor da comunicação interna e da importância deles na difusão da cultura organizacional, tendo o desafio de integrar e envolver pessoas diferentes em torno de um objetivo.

O gestor da comunicação interna precisa conhecer a empresa, sua área de negócio, teorias, técnicas e cases de comunicação. E nos dias de hoje, o desafio deste profissional é ainda maior já que com a rápida propagação da informação, o funcionário se transformou em um indivíduo ativo que participa e dá opiniões a respeito de tudo que está a sua volta.


Assim como em um concerto algumas notas desafinadas comprometem a percepção da plateia em relação à orquestra, ações descontextualizadas e ruídos de comunicação comprometem o trabalho não só da área de comunicação, mas da empresa de maneira geral. Organizações são constituídas por pessoas que tem e compartilham percepções e ideias o tempo todo, tendo interferência tanto do ambiente interno quanto externo. Ou seja, gerenciar a comunicação interna envolve mais desafios do que parece.


Tendo em vista essas funções e desafios, deixamos um trecho de um artigo do Rodrigo Cogo, Relações Públicas que gerencia o portal Mundo das Relações Públicas, para reflexão:


“A articulação do poder, da liderança e do diálogo é fundamental na comunicação interna para o surgimento da autenticidade no ambiente organizacional, com melhores decisões sendo tomadas e melhora na moral das pessoas, consideradas como cidadãos criativos e propositivos. Ademais, num cenário de múltiplo protagonismo como se vê a partir do alastramento da internet, é vital dar vazão às vontades de expressão e às reivindicações diversas das pessoas, que mexem na centralidade informativa instituída e não desejam ter sua liberdade cerceada e suas intenções subjugadas. Sem dúvida, um profundo desafio para gerenciar a comunicação interna nas organizações."

REFERÊNCIA:COGO, Rodrigo. As interfaces de poder, liderança e diálogo na gestão da comunicação interna. , 2009. Disponível em: <http://http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=8&ID_COLUNISTA=18>. Acesso em: 12 abr. 2012.

sábado, 7 de abril de 2012

" UM POR TODOS ..."

A todo o momento ouvimos falar da importância de uma comunicação interna efetiva e incentivadora de seus funcionários em prol do benefício comum de todos os públicos envolvidos. As técnicas dessa comunicação são das mais variadas, como o uso da internet, e-mail, intranet, mural, entre outras. Porém, é necessário identificar qual será a melhor forma de difundir essas informações e de aplicar estas técnicas de acordo com cada situação em que estamos inseridos.
Analisar um case passado é uma boa forma de ter como base a atuação do profissional da comunicação e quais foram os resultados obtidos a partir da mesma. Neste post, iremos analisar um case da Renault do Brasil, empresa que apesar de possuir treze anos no país, não conseguiu atingir o desenvolvimento esperado nos primeiros 10 anos. Por este motivo, em 2006, foram estabelecidos desafios e metas a serem superados nos anos seguintes. 
A partir da formação de uma equipe denominada “Gestão de Mudança”, puderam definir as diretrizes em termos de lucratividade e qualidade para seus funcionários, possibilitando a formação de um único objetivo que deveria ser atingido em conjunto, independente do nível hierárquico. É importante observar como a partir do momento em que todos trabalham com um único objetivo, a tomada de decisões, a integração e a eficácia do processo de todas as áreas da empresa passam a seguir em um só ritmo.
A intenção principal deste projeto de comunicação era incentivar seus funcionários a se especializarem e se desenvolverem profissionalmente, mostrando que desta forma, seriam reconhecidos por seu empenho e teriam grandes oportunidades de carreira dentro da própria empresa. Este estímulo propiciou um maior envolvimento dos colaboradores em todas as etapas, desde o planejamento até a finalização dos projetos implementados posteriormente.    
Junto ao Programa de Desenvolvimento Gerencial, foram traçados dez princípios a serem seguidos pelas lideranças, tornando a gestão uniforme e concisa em todos os níveis de gerência da Renault.

Neste case, foi essencial despertar o interesse e o envolvimento dos colaboradores como um único grupo de atuação. Propondo processos que beneficiariam tanto a empresa como o desenvolvimento profissional de cada pessoa envolvida, puderam transformar totalmente a realidade da organização.

sábado, 31 de março de 2012

VIDA DUPLA


Comecei a poucos dias a trabalhar na área de comunicação interna, e muita coisa é diferente do que esperava.  Diferente no sentido que nessa função temos uma vida dupla: de um lado um profissional de comunicação e do outro o funcionário . Neste último lado, nem sempre concordo com as ações, campanhas e emails na caixa de entrada. A parte boa é que muitas vezes divulgamos  distribuição de brindes, vagas internas, comunicados de reconhecimento entre outros. No outro lado dessa vida também que divulgamos coisas que muitas vezes como o funcionário não gostaria de receber: prazos, cobranças,  avisos de funcionamento.

Mas a comunicação interna não é são apenas emails e murais. Por traz dos veículos temos campanhas e parcerias com diversas áreas da organização, é exatamente aqui que elas se encontram.  Por isso acredito que a grande importância do profissional de relações públicas como gestor de comunicação interna seja a de filtrar a informação  e encontrar o melhor veículo e formatação para passar aquela informação.  O gestor deve ter em mente que a informação e reputação da organização deve sempre ser de dentro para fora, o colaborador deve ser o primeiro a saber, e estar motivado a seguir a conduta da empresa dentro e fora dela, ele é o principal disseminador e porta voz da organização.  



sábado, 24 de março de 2012

COMUNICAÇÃO INTERNA E SEUS OBJETIVOS

A comunicação interna é um setor planejado, com objetivos bem definidos, para viabilizar toda a interação possível entre a organização e seus colaboradores, usando ferramentas específicas que melhor se adéquem à cultura e espaço físico de cada empresa.

Os meios utilizados pela equipe de comunicação são estrategicamente escolhidos de acordo com o perfil da organização e dos seus públicos, justamente para poder atingir todos os colaboradores da mesma maneira, independentemente da sua área ou cargo, prender a atenção e instigá-los a participarem, darem opiniões, sugerirem temas a serem abordados, por exemplo.

De acordo com Ivy Lee, "os públicos devem ser informados" e o público interno, que muitas vezes já foi esquecido, deve ser o primeiro a saber sobre os princípios organizacionais, processos de mudanças, acontecimentos que envolvam a empresa, assim como alguma crise do setor ou patrocínio à alguma instituição filantrópica. Isso faz com que os colaboradores se sintam pertencentes à organização e assim aumenta o comprometimento deles com a empresa que representam. É uma forma de obter feedback e viabilizar uma comunicação transparente e rápida.

Além de aumentar o engajamento e interação do público interno, a comunicação interna bem estruturada, consolida a imagem da empresa, diminui riscos especulações e insatisfação e influencia e compartilha um bom clima organizacional.



Durante o ano vamos nos aprofundar nessa análise trazendo cases, conceitos, entrevistas, veículos, opiniões e reflexões de forma rápida e prática como um post –it!

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