sábado, 26 de maio de 2012

BENEFÍCIOS FLEXÍVEIS

Em 2010 , a Trip Editora aderiu a prática de benefícios flexíveis – Triplus. É um programa para beneficiar sua equipe de profissionais, utilizando recursos disponíveis de maneira criativa e democrática. A ideia  é que os próprios colaboradores escolham, entre as opções de benefícios oferecidos pela empresa, aqueles que melhor atendem as suas necessidades individuais.

A Trip acredita que cada pessoa é única, com objetivos de vida e necessidades diferentes, e por isso, a escolha individual de benefícios é essencial para sua satisfação.

O que está levando as empresas a pensarem em Benefícios Flexíveis?

Os benefícios flexíveis permitem elevar o valor  da empresa pelo funcionário, além de facilitar o controle dos custos. Deste modo, é uma boa solução para obter, ao mesmo tempo, funcionários mais satisfeitos, eficiência de custos e melhores resultados de negócios.

Essa prática foi adotada na década de 70 por empresas norte-americanas.
No Brasil, o conceito ainda é novo, e somente algumas empresas oferecem benefícios flexíveis a seus colaboradores. Entre elas: Citibank, HP/Compaq, Ipiranga Química, DuPont, Nortel Network, Serasa, Sky e Visteon.

sábado, 19 de maio de 2012

AS RÁDIOS DE UMA ORGANIZAÇÃO

Sendo um ser social, o ser humano interage, conversa e compartilha experiências e informações, querendo sempre saber o que está acontecendo à sua volta. Tratando-se de funcionários, este comportamento não é diferente. O colaborador quer saber o que acontece na organização que trabalha, tanto para se planejar quanto para manter-se informado.

Em uma organização, o surgimento de boatos e fofocas que visam, em sua essência, informar o outro, mantendo-o à par do que acontece, pode atrapalhar em grande escala a sinergia de trabalho dos colaboradores, trazendo um ambiente de insegurança com funcionários desengajados. Segundo Jean-Noel Kapferer, "os boatos florescem quando as pessoas têm o sentimento de perda em relação ao controle do próprio futuro". Com esta afirmação, fica claro o porquê da existência de tantos boatos no ambiente corporativo, lugar de intensa dinamicidade.

Segundo o Prof. Dr. Luiz Carlos Assis Iasbeck, "a fofoca vem resolver um problema de falta de informação". Isto mostra a fundamentalidade da comunicação interna em uma organização, estabelecendo um canal de troca entre funcionário e organização. Criar um conselho de comunicação e reconhecer quem são os formadores de opinião, estabelecendo um canal de diálogo estratégico com estes colaboradores são maneiras de transformar a rádio peão em algo que agregue valor à "rádio oficial".

Além disso, saber quais são os assuntos tratados neste canal informal ajuda a identificar onde há ruídos de comunicação na empresa. É muito importante que exista um trabalho de prevenção. Para isto, é necessário que haja uma comunicação interna transparente, crível e contínua, interagindo e informando o funcionário.   

Referências bibliográficas: http://www.youtube.com/watch?v=X65lgvcCe1c http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/forca-radio-peao-484267.shtml http://www.ivoviuauva.com.br/radio-peao/ http://www.slideshare.net/KatiaPerezJornalista/sintonizados-na-rdio-peo

sábado, 12 de maio de 2012

ORGANIZAÇÕES E A ERA DIGITAL





A comunicação de qualquer organização, seja ela pública ou privada, é uma via de mão dupla que necessita de constante atenção. Com o início da Era Digital, esta troca de informações se tornou muito mais intensa e imediata, transformando o modo com que as empresas agem e reagem à opinião pública, basicamente por um motivo: A internet é uma rede aberta para qualquer pessoa, permitindo que todo e qualquer comentário que seja feito a respeito da empresa possa ser divulgado ao redor de todo mundo afetando sua imagem de forma positiva ou não. Pensando nisto, e na dificuldade de definir o limite entre pessoa física e jurídica, áreas de comunicação desenvolveram e estão aplicando à risca um “Guia de uso de mídias sociais”, no qual apontam diretrizes a serem seguidas por seus colaboradores no meio digital. Muitas vezes um comentário feito por uma pessoa de dentro da organização pode afetar o ambiente de trabalho, gerar conflitos e diversas outras situações indesejáveis que interferem diretamente na credibilidade da empresa, ainda que não tenha sido uma posição oficial da mesma.
               
Para o desenvolvimento destes guias há dois principais caminhos que podem ser seguidos; o primeiro foi utilizado por Chad Houghton, diretor de e-media e desenvolvimento de negócios da Sociedade para o Gerênciamento de Recursos Humanos, que prioriza o desenvolvimento orgânico destas políticas e prefere analisar os riscos e oportunidades antes de simplesmente estabelecer regras arbitrárias. Outras organizações, como por exemplo, a IBM, escolheram uma política que independe do meio em que a pessoa está inserida; as “Políticas para qualquer um ler” estão disponíveis na internet e estabelecem um padrão a ser seguido por todos que se utilizam das redes sociais como ferramenta de trabalho.

Em meio a diversas normas que podemos encontrar, existem 10 must-haves que são indispensáveis para o controle e a manutenção destas redes de forma bem simples:

1-       Introduzir o propósito das redes sociais
2-       Ser responsável pelo que você escreve
3-       Ser autêntico
4-       Considerar seu público
5-       Exercitar um bom julgamento
6-       Entender o conceito de comunidade
7-       Respeitar direitos autorais
8-       Lembrar de proteger informações confidenciais
9-       Agregar valor
1-    Produtividade importa

E você, quais são os principais itens que adicionaria em um Guia de Uso de Mídias Sociais para sua empresa?


Referências:

sábado, 5 de maio de 2012

FERRAMENTAS COMPANHEIRAS


Murais, boletins, e-mail, intranet, TV corporativa, a cada dia uma nova ferramenta.

Junto ao surgimento de cada nova ferramenta de comunicação chega também mais um desafio para os gestores de comunicação interna. Começa o quebra cabeça de ações, que devem informar e criar o famoso sentimento de pertencimento dos funcionários às empresas. Mas qual a melhor forma de montar este quebra cabeça?



Fugindo das ferramentas, Danielle Espósito Alves, coordenadora de comunicação interna da Braskem, confia nos encontros: “Apesar de toda a tecnologia disponível, ainda é o diálogo entre líder e liderado a principal forma de comunicação na companhia”. A empresa adota um sistema de bate-papo que vai direto às unidades, acredita que é a conversa cara a cara a melhor forma de sensibilização do público.

Já na IBM a aposta vai para os meio tradicionais, como murais nas copas e revistas mensais entregues nas residências dos funcionários. Segundo Mauro Segura, diretor de comunicação e marketing, o funcionário não deve disputar o horário entre informação e trabalho. Por isso acredita nas comunicações em momentos de lazer, onde a informação será mais bem assimilada.

A Droga Raia, rede de drogarias com mais de 362 lojas pelo Brasil e 6 mil funcionários, encontrou no rádio a saída para comunicar simultaneamente com todos da rede. Nele são anunciadas ofertas da semana, funcionários do mês e inclusive inaugurações de novas lojas ao vivo. A empresa conta também com um projeto de intranet para 2012 onde terá a oportunidade de receber um feedback dos funcionários de forma mais rápida.

O funcionário é cada vez mais visto não apenas como colaborador, mas como peça importante para alcance dos objetivos da empresa. E, para isso, é essencial que a comunicação interna atue de forma estratégica alinhando as ferramentas que melhor cabem com a dinâmica e propósitos da empresa. Estruturando a comunicação de forma, não a gerar ruídos entre as ferramentas, mas que essas convivam de forma integrada.

Referência: Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa