sábado, 28 de abril de 2012

MUDANÇAS NA CULTURA DA ORGANIZAÇÃO

Tratando-se de mudanças organizacionais o trabalho do profissional de relações públicas é uma ferramenta estratégica para que se fortaleça o relacionamento entre a organização e o público interno, principalmente em casos de renovações dos princípios, da administraçāo, da cultura, do ambiente ou do ritmo de trabalho. Mas é fundamental que a direçāo da organização encare as mudanças como processos imprescindíveis para a busca de uma melhoria contínua, caso contrário essas alterações também nāo serão facilmente incorporadas pelos empregados.

Para que esse processo de renovação seja bem sucedido é preciso considerar todos os aspectos culturais e intelectuais envolvidos, pois muitas vezes é necessário modificar os valores, pensamentos, atitudes e as crenças das pessoas, a fim de que se alinhem com a "nova" cultura da organização e que esse processo seja positivo, fato que somente será efetivo por meio de um bom desempenho do gerenciamento da comunicação interna.

A cultura organizacional interfere diretamente nos processos da organização e o seu gerenciamento determina o sucesso ou fracasso das ações empresariais a serem implementadas. “A condição de sucesso de uma empresa está na capacidade de inovação, tomada em sentido amplo, englobando da tecnologia às novas formas de gerenciamento”.

Diante deste fato, torna-se necessário superar as barreiras dos antigos hábitos com o propósito de harmonizar o processo de renovaçāo da organizaçāo tanto em ambito mercadológico como no de gestāo de pessoas, fazendo com que essas mudanças tragam retorno financeiro, na imagem e reputaçāo da organizaçāo, na tragetória e experiência de vida do funcionário e que o público interno como um todo incorpore e aprove as novidades.

sábado, 21 de abril de 2012

TELEFÔNICA | VIVO: FUSÃO

Anunciada em julho de 2010, a fusão entre e a Telefônica e a Vivo chega as suas etapas finais. Após a Telefônica comprar 60% de participação da companhia portuguesa na Brasilcel, grupo que controla a Vivo, as organizações trabalham nessa junção e uma  nova marca será lançada e passarão a utilizar o nome da Vivo.

Com essa união, se tornaram mais 20 mil colaboradores conectados. A nova empresa deve criar um ambiente de sinergia entre as atitudes de ambas as empresas e já apostam em algumas mudanças na gestão da comunicação interna, como: no fim de jornal de mural, newsletters impressas e na diversificação de formatos de comunicação, como vídeos, SMS, widgets, etc.

Porém, acreditam em três direcionadores de ações da CI com intuito de despertar o uso da inteligência dos colaborares: colaborar, dialogar e compartilhar. Colaborar na construção de conteúdos, dialogar com a empresa e compartilhar conteúdos relevantes.

É de nosso conhecimento que mudanças existem e que fusões e aquisições sempre vão acontecer, mas é  importante entender que a comunicação existe pela mudança e pelo fluxo constante que se manifestam socialmente.

                                                           

sábado, 14 de abril de 2012

RESPONSABILIDADES E DESAFIO DO MAESTRO

Se compararmos uma organização, pela perspectiva da comunicação interna, com uma orquestra poderíamos dizer que o regente é o gestor. Com essa metáfora é possível perceber a importância deste profissional na comunicação organizacional. A função dele é mais que a de coordenar todos os aspectos que estão relacionados a comunicação interna, é ter insights, sensibilidade e empatia com os funcionários.


Este gestor precisa ser líder e exemplo para os colaboradores. É papel dele, também, conscientizar a alta gestão sobre o valor da comunicação interna e da importância deles na difusão da cultura organizacional, tendo o desafio de integrar e envolver pessoas diferentes em torno de um objetivo.

O gestor da comunicação interna precisa conhecer a empresa, sua área de negócio, teorias, técnicas e cases de comunicação. E nos dias de hoje, o desafio deste profissional é ainda maior já que com a rápida propagação da informação, o funcionário se transformou em um indivíduo ativo que participa e dá opiniões a respeito de tudo que está a sua volta.


Assim como em um concerto algumas notas desafinadas comprometem a percepção da plateia em relação à orquestra, ações descontextualizadas e ruídos de comunicação comprometem o trabalho não só da área de comunicação, mas da empresa de maneira geral. Organizações são constituídas por pessoas que tem e compartilham percepções e ideias o tempo todo, tendo interferência tanto do ambiente interno quanto externo. Ou seja, gerenciar a comunicação interna envolve mais desafios do que parece.


Tendo em vista essas funções e desafios, deixamos um trecho de um artigo do Rodrigo Cogo, Relações Públicas que gerencia o portal Mundo das Relações Públicas, para reflexão:


“A articulação do poder, da liderança e do diálogo é fundamental na comunicação interna para o surgimento da autenticidade no ambiente organizacional, com melhores decisões sendo tomadas e melhora na moral das pessoas, consideradas como cidadãos criativos e propositivos. Ademais, num cenário de múltiplo protagonismo como se vê a partir do alastramento da internet, é vital dar vazão às vontades de expressão e às reivindicações diversas das pessoas, que mexem na centralidade informativa instituída e não desejam ter sua liberdade cerceada e suas intenções subjugadas. Sem dúvida, um profundo desafio para gerenciar a comunicação interna nas organizações."

REFERÊNCIA:COGO, Rodrigo. As interfaces de poder, liderança e diálogo na gestão da comunicação interna. , 2009. Disponível em: <http://http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=8&ID_COLUNISTA=18>. Acesso em: 12 abr. 2012.

sábado, 7 de abril de 2012

" UM POR TODOS ..."

A todo o momento ouvimos falar da importância de uma comunicação interna efetiva e incentivadora de seus funcionários em prol do benefício comum de todos os públicos envolvidos. As técnicas dessa comunicação são das mais variadas, como o uso da internet, e-mail, intranet, mural, entre outras. Porém, é necessário identificar qual será a melhor forma de difundir essas informações e de aplicar estas técnicas de acordo com cada situação em que estamos inseridos.
Analisar um case passado é uma boa forma de ter como base a atuação do profissional da comunicação e quais foram os resultados obtidos a partir da mesma. Neste post, iremos analisar um case da Renault do Brasil, empresa que apesar de possuir treze anos no país, não conseguiu atingir o desenvolvimento esperado nos primeiros 10 anos. Por este motivo, em 2006, foram estabelecidos desafios e metas a serem superados nos anos seguintes. 
A partir da formação de uma equipe denominada “Gestão de Mudança”, puderam definir as diretrizes em termos de lucratividade e qualidade para seus funcionários, possibilitando a formação de um único objetivo que deveria ser atingido em conjunto, independente do nível hierárquico. É importante observar como a partir do momento em que todos trabalham com um único objetivo, a tomada de decisões, a integração e a eficácia do processo de todas as áreas da empresa passam a seguir em um só ritmo.
A intenção principal deste projeto de comunicação era incentivar seus funcionários a se especializarem e se desenvolverem profissionalmente, mostrando que desta forma, seriam reconhecidos por seu empenho e teriam grandes oportunidades de carreira dentro da própria empresa. Este estímulo propiciou um maior envolvimento dos colaboradores em todas as etapas, desde o planejamento até a finalização dos projetos implementados posteriormente.    
Junto ao Programa de Desenvolvimento Gerencial, foram traçados dez princípios a serem seguidos pelas lideranças, tornando a gestão uniforme e concisa em todos os níveis de gerência da Renault.

Neste case, foi essencial despertar o interesse e o envolvimento dos colaboradores como um único grupo de atuação. Propondo processos que beneficiariam tanto a empresa como o desenvolvimento profissional de cada pessoa envolvida, puderam transformar totalmente a realidade da organização.

sábado, 31 de março de 2012

VIDA DUPLA


Comecei a poucos dias a trabalhar na área de comunicação interna, e muita coisa é diferente do que esperava.  Diferente no sentido que nessa função temos uma vida dupla: de um lado um profissional de comunicação e do outro o funcionário . Neste último lado, nem sempre concordo com as ações, campanhas e emails na caixa de entrada. A parte boa é que muitas vezes divulgamos  distribuição de brindes, vagas internas, comunicados de reconhecimento entre outros. No outro lado dessa vida também que divulgamos coisas que muitas vezes como o funcionário não gostaria de receber: prazos, cobranças,  avisos de funcionamento.

Mas a comunicação interna não é são apenas emails e murais. Por traz dos veículos temos campanhas e parcerias com diversas áreas da organização, é exatamente aqui que elas se encontram.  Por isso acredito que a grande importância do profissional de relações públicas como gestor de comunicação interna seja a de filtrar a informação  e encontrar o melhor veículo e formatação para passar aquela informação.  O gestor deve ter em mente que a informação e reputação da organização deve sempre ser de dentro para fora, o colaborador deve ser o primeiro a saber, e estar motivado a seguir a conduta da empresa dentro e fora dela, ele é o principal disseminador e porta voz da organização.  



sábado, 24 de março de 2012

COMUNICAÇÃO INTERNA E SEUS OBJETIVOS

A comunicação interna é um setor planejado, com objetivos bem definidos, para viabilizar toda a interação possível entre a organização e seus colaboradores, usando ferramentas específicas que melhor se adéquem à cultura e espaço físico de cada empresa.

Os meios utilizados pela equipe de comunicação são estrategicamente escolhidos de acordo com o perfil da organização e dos seus públicos, justamente para poder atingir todos os colaboradores da mesma maneira, independentemente da sua área ou cargo, prender a atenção e instigá-los a participarem, darem opiniões, sugerirem temas a serem abordados, por exemplo.

De acordo com Ivy Lee, "os públicos devem ser informados" e o público interno, que muitas vezes já foi esquecido, deve ser o primeiro a saber sobre os princípios organizacionais, processos de mudanças, acontecimentos que envolvam a empresa, assim como alguma crise do setor ou patrocínio à alguma instituição filantrópica. Isso faz com que os colaboradores se sintam pertencentes à organização e assim aumenta o comprometimento deles com a empresa que representam. É uma forma de obter feedback e viabilizar uma comunicação transparente e rápida.

Além de aumentar o engajamento e interação do público interno, a comunicação interna bem estruturada, consolida a imagem da empresa, diminui riscos especulações e insatisfação e influencia e compartilha um bom clima organizacional.



Durante o ano vamos nos aprofundar nessa análise trazendo cases, conceitos, entrevistas, veículos, opiniões e reflexões de forma rápida e prática como um post –it!

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